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Cinema

Exibição do filme “Liberdade para José Diogo”, comentado por Luís Galvão Teles

22 de maio . sexta feira . 21h30 | Cine-Teatro Paraíso

Sinopse

A câmara explora o caso de José Diogo, um camponês alentejano 36 anos, tratorista, que, sentindo-se reprimido e ofendido pelo patrão, um latifundiário alentejano, de trato violento e de convicções fascistas, o mata, no dia três de Setembro de 1974. O gesto não escapa ao sentir dominante da época e serve de motivo para o debate político, num dos pontos sensíveis da governação: a justiça. José Diogo é condenado. É encarcerado na prisão de Évora.

Erguem-se as vozes, clamasse-se que injustiça foi feita. José Diogo torna-se caso mediático. Reflete o espírito da uma época em que a sede de justiça se junta à sede de vingança, coisas inseparáveis perante a premência de derrotar de vez o fascismo.

Gera-se um forte movimento de solidariedade. A velha Justiça vê-se a contas com o poder popular, o PREC não permitirá que ela se faça. O discurso torna-se radical. José Diogo é libertado sob caução. É julgado em tribunal popular. É absolvido e o patrão, depois de morto, acaba condenado.

Argumento: Luís Galvão Teles

Realizador: Luís Galvão Teles

Direção de fotografia: Elso Roque

Intérpretes: João Diogo, sua mulher, José Augusto Rocha, Amadeu Lopes Sabino

Locução: Margarida Carpinteiro e Pedro Efe

Música: GAC – Vozes na luta

Produção: Cinequanon

Organização:

Conselho Superior da Magistratura, Tribunal Judicial da Comarca de Santarém, Município de Tomar

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1975

66’

Entrada gratuita

Documentário insere-se no âmbito do Seminário “Justiça, Cidadania e Participação Popular na Administração da Justiça”